segunda-feira, 15 de junho de 2026

O Drama do ator Grande Otelo em 1949


           O Drama do ator Grande Otelo em 1949





# *DIÁRIO DA NOITE*


*Rio de Janeiro, Terça-feira, 16 de Novembro de 1949 — Ano XXV — Nº 7.420*


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### CRÔNICA POLICIAL E SOCIAL

Lúcia Maria Pinheiro foi a primeira esposa do ator e humorista Grande Otelo


## *O DRAMA DE GRANDE OTELO: DA GLÓRIA DOS PALCOS À TRAGÉDIA DO QUARTO E COZINHA*


#### O "Moleque Inteligente", guardado por amigos em velha casa, chora o destino cruel de "Chuvisco" — A farsa do casamento, a regeneração pelo amor de pai e o desfecho de sangue que abalou a boemia carioca.


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*REPORTAGEM DE CAPA*


*De vez em quando,* embora tenha os seus momentos de alegria, este ano ele está profundamente acabrunhado. Foi somente com a máxima dificuldade que a reportagem conseguiu chegar até ele, pois está sendo guardado por todos os seus amigos, que são muitos. A casa onde está, por assim dizer, escondido, é velha e as janelas dão para a rua. Diante da porta, atravancam de resto os lustrosos Cadillacs de buzina nova, os caminhões enormes e os carros de imprensa.


Não é preciso explicar quem é ele. Todos o conhecem, de nome ou pessoalmente. É o "Moleque Inteligente", o grande artista. Sua bocarra gigante, escancarada em risos, em uma careta feia que faz rir a tantos... Grande boêmio, cachaceiro que foi, é igual aos palhaços, os melhores artistas do mundo, que vivem para fazer rir. Andou por muitas farras, bebeu até cair na rua, cantava pela madrugada afora, mudando o seu espírito — ai, ai, era um pássaro amigo, igual ao que Deus criou!


### *A APARIÇÃO DA MULATA E O MILAGRE DE "CHUVISCO"*


Depois, apareceu a sua mulata, na inauguração da Confeitaria Tijuca. Era uma empregadinha de rosto humilde, toda iluminada de admiração pelo artista. Em 1948, Grande Otelo já estava célebre. Depois, viera Lúcia Maria na voragem do tempo e das pessoas. Ora, uma mulher sempre...


> *"Este é teu filho", disse ela.*


Grande Otelo olhou, olhou para o garotinho desdentado, de covinhas na face rutilante. Sentiu dentro de si uma pontada no coração. "Ora, um menino...", pensou maravilhado. Carne da sua carne, sangue do seu sangue de brasileiro sentimental! A ternura perseguiu-o, deixou-o igual a uma casa de açúcar, todo repleto de doçura. "Meu filho". Sem maiores filosofias, recebeu Lúcia Maria, sem investigar se o menino realmente seria seu. Recebeu os dois.


No quarto e cozinha onde moravam, havia pobreza. Sim, porque Grande Otelo vivia cheio de dívidas, sobrando do seu passado boêmio. Mas, com Lúcia Maria junto com "Chuvisco" a iluminar as noites, havia menos farras na vida de Sebastião Bernardes de Souza Prata.


"Meu filho", dizia ele aos outros, admirado e como que estendendo ao encontro dos amigos esta criança caída do céu. Jamais Grande Otelo soubera que tinha instintos paternais — agora sua bocarra de cômico ficava terna ao tocar na pele do menino. "Chuvisco" tornava-se o sol para onde virava e tornava a revirar este girassol que era a alma de Otelo.



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|            FOTO DE ARQUIVO               |

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|      [ Lúcia, Grande Otelo e o pequeno ]        |

|      [ Chuvisco em dias felizes ]        |

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| Legenda: O artista e o menino que, mesmo |

| não sendo de seu sangue, adotou como sol |

| de sua vida e razão de sua regeneração.   |

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### *A REGENERAÇÃO E O APARTAMENTO NA URCA*


Mas não era tão fácil deixar de lado a vida de antes. Apareciam colegas, a cachacinha ainda o chamava e as madrugadas tinham o seu jeito... Grande Otelo brigava com Maria Lúcia. Às vezes, chorava debaixo da janela dos vizinhos, grandes amigos, abraçando o pequeno: "Maria Lúcia quer me deixar. O que vou fazer eu, solto pelo mundo?". Depois, faziam as pazes. Maria Lúcia tinha empregada, lavadeira, "fazia" os cabelos e "pintava" as unhas. Maria Lúcia mudava...


Mandava "Chuvisco" miúdo, de apenas cinco anos, ao botequim além da esquina buscar guaraná abaixo da ladeira, onde os automóveis corriam velozes. "Ó, Maria Lúcia, cuidado com o Chuvisco!", pediam os outros, vendo o vultinho se afastar correndo, trazendo de volta o troco certo, rindo alegremente.


Depois, o amor de Grande Otelo pelo menino foi crescendo, envolvendo-o todo. Talvez desconfiasse já aí que a criança não era sua... mas que importava! Mesmo se fosse de outro, se Maria Lúcia — esta Gilda de cor marrom — tivesse mentido, o garoto agora era dele, só dele, do seu carinho!


E resolveu casar, para que "Chuvisco" tivesse realmente um pai. A madrinha foi Mme. de Vasconcelos Souto, dama de cabelos brancos, setenta e dois anos, mãe de um amigo seu, industriário. Casaram-se com doces e cerveja, e Otelo mudou repentinamente. Antes, era vagabundo, caía às vezes pela calçada; os empresários já não tinham fé, era "aquele Otelo malandro...". Mas, depois do casamento, mudou completamente.


Conseguiu um apartamento na Urca, de grande janela para o céu, mobiliou tudo, botou cortinados azuis na sala, cortinados verdes no quarto de dormir, botou eletrola e geladeira, flores no jarro transparente e brinquedos para o menino. Gastou uns 30 mil cruzeiros em tudo... "Aí Lúcia Maria, aí Chuvisco. Isto é para vocês".


Chegava logo depois dos espetáculos. Às segundas-feiras, quando não há teatro, levava a mulher ao cinema, telefonava muitas vezes: "Como vai você, nega?". "Chuvisco" entrou para o Instituto Brasil-Americano, pagava 400 cruzeiros de mensalidade. Há oito meses que Grande Otelo não botava um gole de álcool na boca... "Muito bem, moleque...", diziam os amigos. E ele retrucava orgulhoso: "Ora, agora sou pai de família".


### *A SOMBRA DA DESCONFIANÇA*


"Mme. Otelo" ia passear, ao cinema, saía muitas vezes deixando o garoto em casa, sozinho ou com a empregada. A este tempo, Otelo já sabia com certeza que o menino não era seu. Mas isso não importava. Era dele, dele, sim, todo dele, muito mais do que de Lúcia Maria...


E iam vivendo, há oito meses assim, sem brigas, até que um dia Otelo telefonou para casa numa hora desacostumada.


— "Mamãe não está. Foi à casa do seu Fulano. Ela sempre vai lá..." — disse "Chuvisco" ao pai.


Chegando em casa, Otelo perguntou à mulher, que encabulou: "Não é ninguém, não". Lá fora, na cozinha, Lúcia Maria pegou o pequeno e ameaçou-o: "Se mais uma vez falares novidades para teu pai, corto-te a língua com uma faca!". A denúncia foi feita pela empregada e por uma vendedora de prestações. Lúcia bateu no menino. Ele, coitadinho, não sabia de que se tratava. Chorou.


Depois disso, acabou-se a liberdade de Lúcia Maria. Antigamente ia à praia, ia onde quisesse. Foi a Caxambu em estação de águas, ia fazer visitas...agora, o "moleque" desconfiou e aparecia em todo lugar. Se ela fosse tomar banho de mar, daí a pouco lá estava Grande Otelo. Se fosse sentar na praça, lá estava ele.


### *AS ÚLTIMAS HORAS E OS DOIS TIROS NA MADRUGADA*


Na sexta-feira, tiveram uma forte briga. Depois tudo acalmou. Mas Grande Otelo já estava acabrunhado, triste. Domingo à noite, depois de muito tempo longe dos copos, ficou com os amigos, bebericando. Chegou em casa de madrugada, tonto, mas não bêbado. Foi recebido com fúria por Lúcia:



— "Vai-te embora, nego sem vergonha! Não quero mais saber de ti! Há muito que não me interessas... Agora, então, podes ir para o diabo! Vai-te para o inferno!"


Grande Otelo gritou, depois pediu calma... De manhã, ele continuou dormindo profundamente. Lúcia, a quem os amigos chamavam de "Gilda", fez menção de ir à feira. Antes, porém, a empregada teve de arrancar de sua mão um temível revólver Mauser, pois a patroa afirmava que queria suicidar-se.


A empregada, incauta, guardou a arma numa cesta de costuras de Lúcia. Esta saiu para a feira com a grande bolsa pendurada no braço. Voltou carregada: verduras, ovos, arroz, feijão e uma braçada de lírios.


— "Otelo ainda está dormindo?" — perguntou à empregada. Eram 10 e pouco da manhã.


Entrou no quarto, na ponta dos pés para não acordar o marido, e recuperou o revólver na cesta de costura. Em seguida, dirigiu-se ao quarto de "Chuvisco". No silêncio do apartamento, a empregada ainda escutou a voz infantil e apavorada do menino:


> *"Não me mata, mãezinha..."*


Logo depois, ressoaram dois tiros secos. Eram exatamente 10 horas e 30 minutos da manhã.


Muitos se perguntam nos cafés da cidade: "Mas como foi que Grande Otelo não acordou com os estampidos?". Seus amigos mais próximos respondem que o artista tem o sono tão pesado que pode ser carregado com cama e tudo enquanto dorme. Além disso, a arma utilizada era de pequeno calibre...


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*[ LEIA A CONTINUAÇÃO DESTA COBERTURA EXCLUSIVA NA PÁGINA 5 ]*

Aqui está a reconstituição e diagramação de como esse texto se pareceria na página de um grande jornal diário (como o Diário da Noite ou o Correio da Manhã) no final da década de 1940.


A linguagem foi polida para o português atual, mas preservou-se o tom melodramático, o ritmo das colunas da época e os termos marcantes do texto original.


quinta-feira, 4 de junho de 2026

CADERNO DE CULTURA

 

CADERNO CULTURAL



SÁBADO, 18 DE MAIO DE 2024 | ANO XLII | Nº 14.502

JACKSON FANI: A NOVA VOZ QUE EMBALA CORAÇÕES COM SEU LANÇAMENTO AUTORAL

Cantor e compositor baiano apresenta projeto íntimo focado no amor e na conexão genuína, conquistando um público fiel.

Por Ana Silva | Reportagem Especial

SALVADOR — Em um cenário musical muitas vezes saturado por batidas eletrônicas e letras efêmeras, surge uma voz que aposta na simplicidade e na emoção pura. Jackson Fane, cantor e compositor natural do interior da Bahia, está lançando seu mais novo projeto autoral, um trabalho que promete consolidar sua posição como um dos grandes cronistas do amor moderno.

Fane, cuja jornada começou em pequenos festivais locais, traz em sua bagagem a autenticidade de quem escreve o que vive. O novo álbum, ainda sem título revelado, é o resultado de dois anos de composição introspectiva, onde o violão, seu fiel escudeiro, é o protagonista absoluto. "A música autoral é a minha forma de conversar com o mundo. Cada acorde, cada verso, tem um pedaço da minha alma", revela o artista em entrevista exclusiva.

"A música autoral é a minha forma de conversar com o mundo. Cada acorde, cada verso, tem um pedaço da minha alma." — Jackson Fane, Cantor e Compositor

A essência do trabalho de Jackson Fane reside em sua capacidade de transformar experiências pessoais em melodias universais. Suas composições, muitas vezes centradas em voz e violão (como visto na imagem acima, onde posa com seu instrumento personalizado), possuem uma intimidade que desarma o ouvinte, criando uma conexão imediata. Não é à toa que suas músicas vêm encantando e transformando a vida das pessoas, servindo de trilha sonora para momentos inesquecíveis.

O Poder do Romance

É na esfera do romance que a obra de Fane encontra seu eco mais forte. As letras detalham a beleza dos pequenos gestos, a dor da ausência e a euforia do encontro. O impacto é visível entre os fãs. "A música 'Luz do Sol' foi a trilha do nosso primeiro beijo", conta o casal da imagem acima, que compartilha fones de ouvido em um momento de pura conexão, um testemunho silencioso do poder das melodias de Fane. Para muitos, ouvir Jackson Fane é reviver ou sonhar com um grande amor.

Devoção e Emoção nos Shows

O fenômeno Fane não se restringe às plataformas de streaming. Suas apresentações ao vivo, frequentemente em formatos acústicos e intimistas, são marcadas por uma atmosfera de celebração e emoção. A devoção de seu público, em especial o feminino, é notável. Como capturado na imagem acima, a primeira fila de seus shows é um mosaico de expressões de paixão e entrega.

Fãs apaixonadas cantam cada verso em uníssono, muitas vezes com os olhos fechados, visivelmente tocadas pela honestidade de sua interpretação. Cartazes caseiros, como o que diz "JACKSON FANE: NOSSA VOZ, NOSSO AMOR", são comuns, evidenciando que a conexão vai além da música: é uma identificação profunda com a mensagem de Fane. "Nós nos sentimos representadas. Ele canta o que sentimos", diz uma das jovens na imagem.

Com este novo lançamento, Jackson Fane reafirma sua missão de tocar corações. Em um mundo carente de pausas e afetos, sua música autoral surge como um refúgio necessário.

SERVIÇO:O novo projeto musical de Jackson Fane estará disponível em todas as plataformas de streaming a partir da próxima sexta-feira. Siga @jacksonfaneoficial para atualizações sobre a turnê.

[JORNAL DIGITAL]

quarta-feira, 3 de junho de 2026

EMPREENDEDORISMO QUE TRANSFORMA VIDAS: A FORÇA DA MULHER NEGRA NO ARTESANATO DE FEIRA DE SANTANA

 EMPREENDEDORISMO QUE TRANSFORMA VIDAS: A FORÇA DA MULHER NEGRA NO ARTESANATO DE FEIRA DE SANTANA

Por Redação: Jackson Douglas

03/06/2026



Feira de Santana tem se destacado não apenas como um dos principais polos comerciais da Bahia, mas também como um importante centro de valorização do artesanato e da economia criativa. Nesse cenário, a força da mulher negra vem ganhando destaque através do empreendedorismo artesanal, transformando talentos em fonte de renda, autonomia financeira e inclusão social.

Em diversos bairros da cidade, mulheres artesãs desenvolvem trabalhos que vão desde peças decorativas, bordados, crochês e acessórios até produtos que valorizam a cultura afro-brasileira. Mais do que uma atividade econômica, o artesanato representa resistência cultural, preservação de tradições e geração de oportunidades para famílias inteiras.

Para muitas dessas empreendedoras, o artesanato surgiu como alternativa diante das dificuldades do mercado de trabalho formal. Com criatividade, dedicação e apoio de feiras locais, redes sociais e programas de capacitação, elas conseguiram ampliar seus negócios e conquistar novos clientes.

Especialistas destacam que o fortalecimento do empreendedorismo feminino tem impacto direto na economia local. Quando uma mulher empreende, ela movimenta a renda familiar, gera empregos e contribui para o desenvolvimento da comunidade onde vive.

Além dos ganhos financeiros, o setor proporciona autoestima, independência e reconhecimento profissional. Muitas artesãs relatam que encontraram no artesanato uma oportunidade de reconstruir suas histórias e inspirar outras mulheres a acreditarem em seus próprios talentos.

Em Feira de Santana, iniciativas voltadas à economia solidária e ao empreendedorismo feminino vêm incentivando a participação dessas profissionais em exposições, feiras culturais e eventos regionais, ampliando a visibilidade de seus produtos e fortalecendo o setor.

A força da mulher negra no artesanato é um exemplo de como o empreendedorismo pode transformar vidas. Cada peça produzida carrega não apenas arte e criatividade, mas também histórias de superação, coragem e esperança em um futuro melhor.

TV FEIRA SHOW




"O artesanato movimenta a economia, preserva a cultura e transforma vidas. Em Feira de Santana, mulheres negras empreendedoras mostram diariamente que talento, dedicação e coragem podem construir um futuro de oportunidades para toda a comunidade." ✨🧵🎨🤝

terça-feira, 4 de janeiro de 2022

Bahia do Expansão Futebol Clube 1994 Campeão em Caboronga região de Feira de Santana-BA

Esporte Campeão:


Em 1994, era uma década de grandes conquistas para os jovens do Conjunto Habitacional Expansão Feira IX, no bairro Calumbi, em Feira de Santana,BA.

Com idades entre 16 á 30 anos, os jogos que eram marcados fora do conjunto, tinha um gosto maior na vitória, no torneio da região de Antônio Cardoso, próximo de Feira, um desafio levou quatros times em uma disputa dura, porém, um seria o vencedor, o Bahia do Expansão Feira IX.

Dó, hoje chamado de JBrandão, tinha o futebol na ponta da chuteira, era, o dono do time.
Com o time, pronto entramos em campo e ouvimos a torcida adversária, Gritando o nome de seu time, da roça, com paus e pedra, e muita bebida, foi difícil jogar e sair do local.
 

Neste tempo a vontade de ganhar era maior do que tudo, as esposa ficavam em casa, e os maridos nos jogos ou jogadores do Bahia.

Onde, eu me lembro, foi 2 X 1 No Placar.

Uma homenagem aos amigos esportista do futebol amador feirense.

Treinador-Dó e Jogador - Lateral Romilson - Zagueiro Nilson- Meio de campo Gil - Anderson atacante - Jackson Meio direita - Goleiro no gol- Careca Ponta direita-índio Zagueiro- Milton, seco-Auxiliar técnico.

Fim.

Por Jackson Douglas 

atualização 04/12/2022 13h34Min

Informações de pesquisas com amigos.




terça-feira, 11 de setembro de 2018

Campeonato Baiano de Futebol Feminino ,como surgiu o futebol feminino

Futebol Feminino 



O Futebol Feminino na Bahia

Campeonato Baiano de Futebol Feminino


Realizado pela Federação Bahiana de Futebol, o Campeonato Baiano de Futebol Feminino é o campeonato de futebol feminino da Bahia. Tem uma certa regularidade e conta com uma equipe hegemônica: o São Francisco E.C., que é o maior vencedor da história deste campeonato.

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O São Francisco E.C., que é o maior vencedor da história deste campeonato.

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A Transmissão do Futebol feminino na Bahia e feita pela TVE, do Estado da BA.

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Várias equipes participam deste evento, mais precisa de investimento e divulgação na mídia, um planejamento entre as associações e times podem mudar esse setor na Bahia.
Mesmo sem muita organização e investimentos os campeonatos vem crescendo com o número de participantes mostrando que ainda é viável ao estado promover esse lindo e vento ao público da BA.


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Já, a seleção brasileira vem ganhando torcida nos
 Campeonatos Internacionais.


Curiosidade:

Como surgiu, o maior esporte da terra, o Futebol Feminino.


Primeira partida de futebol feminino
Primeira partida no Brasil.


Hoje em dia, o futebol feminino é um esporte muito popular no nosso país, mesmo com a grande falta de campeonatos organizados e de patrocinadores para esse esporte. O que contribuiu bastante para essa modalidade, foram as últimas Olimpíadas e o Pan, e ainda tem as cinco vezes que Marta foi eleita a melhor jogadora do mundo. Mas você sabe como surgiu o futebol feminino no nosso país?
Quando surgiu o futebol feminino?

Antes da Marta, muitas atletas tiveram que suar a camisa para conseguirem promover um esporte que até hoje sofre muitos preconceitos, até ser proibido por lei ele já foi. O futebol feminino teve seus primeiros registros na Inglaterra, que foi onde o esporte nasceu, foi numa partida da Inglaterra contra a Escócia, isso aconteceu no ano de 1898, em Londres. Já no Brasil, os registros das partidas eram com homens e mulheres juntos, em 1908 e 1909.
Em 1913 ocorreu um evento beneficente, esse evento foi considerado a primeira partida de futebol feminino no Brasil, porém, alguns anos depois foi descoberto que o time “feminino”, na verdade eram de “homens” vestidos de mulher, eles eram jogadores do Sport Club Americano. Ou seja, essa não poderia ser considerada a primeira partida de futebol feminino.
A primeira partida de futebol feminino no Brasil “oficialmente” aconteceu em 1921, essa partida chegou a ser noticiada pelo jornal A Gazeta, era considera uma atração curiosa. Mas o preconceito foi muito grande na época, pois o futebol sempre foi visto como um esporte bruto e impróprio para as mulheres da sociedade. O futebol feminino não agradava as famílias que eram conservadoras, isso fez gerar a criação de um decreto-lei, que iria proibir a prática de qualquer esporte que fosse incompatível com a natureza feminina, isso durou até 1979.
Após a lei ter sido revogada, foram criadas várias equipes e ligas no Brasil, entre elas a equipe carioca do Radar, que conquistou diversos títulos nacionais e até internacionais, isso ocorreu a partir de 1982. Isso fez com o esporte ganhasse um toque de rivalidade. A primeira seleção de futebol feminino foi convocada pela CBF, em 1988. Jogaram contra a seleção de Portugal, França e Espanha. Esse foi o nosso primeiro título internacional.
O futebol feminino cresceu muito, a Fifa organizava os eventos, realizaram a primeira Copa do Mundo em 1991, isso ocorreu na China, e nós ficamos em nono lugar. Logo depois, vieram as Olimpíadas de Atlanta, 1996. Com todo o apoio que tiveram no país, a seleção Brasileira conquistou o tri-campeonato Sul Americano, que foi realizado em 1998 em Buenos Aires e em 1999 ficando com o 3º lugar na copa do mundo feminina. Em 2000, vieram as classificações para as Olimpíadas de Sidney, onde a seleção repetiu o 4º lugar conquistado na Olimpíada passada e nas duas olimpíadas seguintes a seleção brasileira perdeu na final para os EUA e ficou com a prata.
As dificuldades naquela época não foram vencidas totalmente, por exemplo, o preconceito. A sociedade não aceitava de maneira alguma que mulher pudesse jogar bola, mesmo depois de muitas conquistas, o futebol feminino é visto como algo inapropriado, ainda precisa superar muitos preconceitos. Hoje em dia, a Seleção Brasileira feminina vem ganhando espaço e levando varias meninas a ter o interesse em praticar a modalidade. O que poderá mudar isso e levar esse esporte mais longe, serão as conquistas e as novas grandes jogadoras que poderão surgir levando o Brasil as glorias que nós nos acostumamos a ver no futebol masculino.

sábado, 30 de junho de 2018

A história do Boxe em Feira de Santana com o Professor Felix Campeão baiano de Boxe

O Boxe em Feira de Santana,na visão do professor Felix 


A história do Boxeem Feira de Santana com o  Professor Felix Campeão baiano de Boxe.


No início do século XX, o boxe era praticamente desconhecido no Brasil. Os poucos praticantes existentes na época, eram emigrantes alemães e italianos, localizados nos estados do Rio Grande do Sul e São Paulo.
Décadas de 1960 e 1970 – A lenda Éder Jofre
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A primeira luta realizada no Brasil foi em 1913, na cidade de São Paulo, entre um pequeno ex-boxeador profissional que fazia parte de uma companhia de ópera francesa e o atleta Luis Sucupira, conhecido como o Apolo Brasileiro, em razão de seu físico avantajado. Embora surrado, Apolo reconheceu que a técnica pode superar a força e tornou-se um grande entusiasta do boxe e seu primeiro grande divulgador.

Nos anos 60 e 70, outros lutadores se destacaram. Entre eles o médio-ligeiro Miguel de Oliveira, campeão mundial pelo Conselho Mundial de Boxe em 1975 e o peso Mosca Servílio de Oliveira, um dos poucos boxeadores brasileiros a conquistar uma medalha olímpica, nos Jogos da Cidade do México em 1968.


Década de 1980 – Surge Maguila
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No início da década de 1980, pela primeira vez no Brasil, uma rede de Televisão (TV Bandeirantes), por iniciativa de seu diretor de esportes, na época, Luciano do Valle, do qual também atuava como promotor de eventos esportivos, resolveu investir pesado no boxe, transformando-o em um espetáculo de massa.

Com 1,86 metros e cerca de 100 Kg, Maguila foi um dos poucos pesos pesados brasileiros. Tendo enorme carisma aliado à grande valentia, mobilidade e uma direita demolidora que lhe propiciou nada menos do que 78 nocautes em sua carreira de 87 lutas, a maioria contra lutadores europeus, sul-americanos e norte-americanos.
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Professor Felix em Feira de Santana Bahia.
Hoje, tem sua própria academia e vive lecionando alunos com aulas particular,amador do esporte e amante do estilo da arte do boxe,vem mostrando seu valor as nova gerações de campeões da cidade. 
Morador do Expansão Feira -IX,no bairro Calumbi próximo do Conjunto Feira IX. 

Década de 1990 em diante – Acelino Freitas, o Popó
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No final da década de 1990, vindo de uma família pobre da periferia da capital baiana, Acelino Freitas, conhecido como Popó, iniciou sua carreira profissional em 1995, porém, só despontou no cenário internacional em 1999, conquistando o título dos Super-Pena pela WBO.

Em 2002, unificou o título de Super-Pena pela WBA. Em 2004, Popó subiu de categoria, conquistando o título dos Pesos-Leves pela WBO. Em 30 de abril de 2006, após perder o cinturão para o norte-americano Diego Corrales, reconquistou o mesmo título pela WBO dos Pesos-Leves. Em abril de 2007, Popó perdeu sua segunda luta para o norte-americano Juan Diaz.

Encerrou sua carreira vitoriosa, em 28 de abril de 2008. No boxe profissional, conseguiu uma sequência histórica de 29 vitórias seguidas por nocaute. Ao todo, foram 40 lutas com 38 vitórias e apenas duas derrotas.

No boxe amador, Popó teve um cartel de 81 lutas perdendo apenas três veze
s.
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sexta-feira, 27 de abril de 2018

Feirense Futebol Clube de Feira de Santana, Ele está de volta

Feirense Futebol Clube 


Feirense Futebol Clube é uma agremiação esportiva brasileira com sede em Feira de Santana, no estado da Bahia, Região Nordeste do Brasil. Em 2012, o clube passa a mandar seus jogos na cidade de Senhor do Bonfim, no estádio Pedro Amorim. Voltou a mandar as partidas no estádio Jóia da Princesa a partir do ano seguinte.

Feira de Santana, BA 

Brasil 
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Feirense
Feirense Futebol Clube

Fundação 2007 
Estádio Jóia da Princesa

Feira de Santana, BA / Brasil

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 Feirense Futebol Clube
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Disputa da 2ª Divisão do Campeonato Baiano.
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A presentação dos jogadores
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O clube entrou no profissionalismo em 2007 com o nome de Independente Esporte Clube, este clube era a re-fundação da antiga Associação Atlética Independente que foi vendida ao Palmeiras e trocou de nome para Palmeiras Nordeste Futebol Ltda. no início de 2002. Com o fim da filial palmeirense, o empresário Dilson Carneiro Pedreira decidiu voltar ao futebol e reviver o antigo Independente.Desta forma, filiou na Federação Baiana de Futebol o Independente Esporte Clube para disputar em 2007 a 2ª divisão do Campeonato Baiano,no qual conquistou após dois empates na final contra o Galícia passando para a 1ª divisão em 2008, quando mudou de nome em definitivo para Feirense Futebol Clube. No ano de 2012, a equipe passa a mandar seus jogos na cidade de Senhor do Bonfim, onde recebeu muito apoio da população e mandou seus jogos no Estádio Pedro Amorim. No Campeonato Baiano do mesmo ano o time terminou em terceiro lugar, garantindo uma inédita vaga na Copa do Nordeste de 2013.

A musa do Clube Feirense em destaque:

 A vencedora foi a estudante de odontologia, 
Malena Pereira, de 21 anos

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Musa

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A paixão pela Águia do Sertão surgiu há pouco tempo, quando conheceu uma pessoa que também torcia pelo equipe gameleira

         FAT Feirense Futebol Clube


Depois da péssima campanha na primeira fase do Campeonato Baiano de 2016, disputou em duas partidas a tentativa da permanência na elite do futebol baiano. No primeiro jogo, contra o Jacuipense, no Valfredão, sofreu a derrota pelo placar de 2 x 1. No jogo de volta, na Arena Fonte Nova, perdeu novamente para o Jacuipense pelo placar de 1 x 0, sendo assim foi rebaixada para a disputa da 2ª Divisão do Campeonato Baiano

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Senhor de Bonfim, no salão de reuniões da Prefeitura Municipal, desta vez com a presença da Liga Desportiva de Bonfim, Diretoria de Esportes do município, dirigentes esportivos e imprensa.
 
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Flu de Feira x Feirense 
Estádio Joia da Princesa 
Feira de Santana.

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Campeonato Baiano 2010:
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O presidente do time, Dilson Carneiro, mais conhecido como Gamela, agora a situação da equipe mudou completamente e ao contrário dos últimos anos quando lutou para não cair, o time vai brigar pelas primeiras colacações no Baianão 2016.

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Feira de Santana 
Estado da Bahia  / Brasil